Entenda o que são Inteligencias Múltiplas, e os 9 tipos de Inteligência Emocional


Howard Gardner - Foto: Divulgação

Howard Gardner, é um cientista norte-americano, psicólogo cognitivo e educacional, neurologista, professor da Universidade de Harvard e professor adjunto de neurologia na Universidade de Boston.


Ele formulou a famosa Teoria das Inteligências Múltiplas, como um contrapeso para o paradigma de uma única inteligência, segundo a qual a inteligência seria a capacidade de organizar pensamentos e coordená-los com ações. Gardner, colocou em xeque o principal instrumento já inventado para se medir a capacidade intelectual: o teste de Quociente de Inteligência, o famoso QI - Quociente de Inteligência . Criado no começo do século, esse teste ainda é reverenciado como as tábuas da lei em muitas instituições. Para o psicólogo, o QI falha porque avalia apenas um parâmetro – o raciocínio lógico. Cada pessoa teria pelo menos nove tipos de inteligência ou habilidades cognitivas.

Essas inteligências são semi-autônomas, mas funcionam como uma equipe (integrada) dentro da mente do indivíduo. Cada pessoa também desenvolverá um tipo de inteligência em maior grau do que as outras devido à ênfase cultural.


Em seu mais famoso livro mais famoso - Estruturas da Mente, de 1983, ele descreve sete dimensões da inteligência, em que depois ele mesmo propõe duas novas dimensões de inteligência:

  1. Inteligência Visual/Espacial

  2. Inteligência Musical

  3. Inteligência Verbal

  4. Inteligência Lógica/Matemática

  5. Inteligência Interpessoal / Social

  6. Inteligência Intrapessoal /Emocional

  7. Inteligência Corporal /Cinestésica

8. Inteligência Naturalista

9. E a Inteligência Existencialista.

Howard Gardner, elaborou requisitos para identificar tipos de talentos. Entenda o que são Inteligências Múltiplas, e os 9 tipos de Inteligência Emocional - naturalista, musical, lógico matemática, existencial, interpessoal, corporal, linguística ou verbal, intrapessoal e espacial


Infográfico Inteligência Emocional

1. Inteligência Visual / Espacial - O Olhar mais que perfeito - É a capacidade de perceber o mundo visual e espacial de forma precisa. Consiste na habilidade de manipular objetos ou formas mentalmente e, a partir destas percepções iniciais, criar equilíbrio, tensão e composição, numa representação espacial ou visual. Esse tipo de inteligência, está relacionada a pessoas que têm facilidade em trabalhar com coordenadas espaciais e em pensar em imagens, como artistas plásticos, arquitetos e engenheiros. Exemplos: Arquiteto Oscar Niemeyer , o pintor Pablo Picasso...


2. Inteligência Musical – A magia dos sons - Relacionada a aprendizagem rítmica, som, melodia, harmonia, vocalização. Associada àqueles que têm facilidade em compreender, criar, compor, arranjar, captar a expressão e transmitir sentimento através dele. Exemplo: Ludwig Van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Fred Mercury, Hermeto Pascoal...


3. Inteligência Verbal ou Linguística – O Dom da Palavra - Relacionada a leitura, escrita e fala. Pessoas que têm seu ponto forte na linguagem, como poetas e escritores, possuem facilidade em lidar com a expressão escrita e oral.

Exemplo: Caetano Veloso, Jorge Amado e Carlos Drummond de Andrade ...


4. Inteligência Lógico-matemática – Cálculos rápidos - É a habilidade para reconhecer problemas e resolvê-los, para lidar com séries de raciocínios. Composta por uma sensibilidade para ordem, padrões e sistematização. É a inteligência que remete ao universo lógico, repleto de números e fórmulas como ábacos, jogos matemáticos e xadrez. Exemplo: A maioria dos testes de QI acaba medindo esse tipo de intelecto, exemplificado nos físicos Albert Einstein e Niels Bohr e o astrônomo Mário Schemberg...


5. Inteligência Interpessoal/ Social – O Bom de papo - Está ligada à habilidade de lidar com outras pessoas e a trabalhar em grupo. Frequentemente é vinculada a professores e políticos, como Barack Obama, Jô Soares e Pedro Bial...

A Consciência social se refere a um espectro de capacidades que vai desde reconhecer instantaneamente o estado de espírito interior de outra pessoa a compreender os seus sentimentos e pensamentos, passando por “perceber” complicadas situações sociais. Inclui:

  • Empatia primária: sentir-se em consonância com os outros; captar sinais emocionais não-verbais.

  • Sintonia: escutar com plena receptividade; sintonizar com outra pessoa.

  • Acuidade empática: compreender os pensamentos, sentimentos e intenções de outra pessoa.

  • Cognição social: saber como funciona o mundo social.


6. Inteligência Intrapessoal / Emocional – Labirinto da mente - É a inteligência relacionada ao autoconhecimento e ao equilíbrio interior, inclusive quando a pessoa se encontra em situações difíceis. Exemplo: O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela é um de seus melhores exemplos e a médica alagoana Nise da Silveira.


7. Inteligência Corporal-cinestésica – Movimentos magistrais - A facilidade em se locomover pelo espaço, conhecer bem o potencial físico do seu corpo e ter boa coordenação motora é típica de grandes nomes do esporte, como Pelé e Michael Jordan.

A Inteligência Corporal privilegia as habilidades motoras fundamentais | Básicas:
  1. Locomotoras (deslocamento)

  2. Não locomotoras (estabilidade e equilibração)

  3. De projeção e receção (manipulação, absorção e propulsão).

8. Inteligência Naturalista – Sintonia com o meio - Está associada a sensibilidade de percepção e compreensão dos elementos naturais e da interdependência entre a vida animal e vegetal e os ecossistemas e a leitura coerente e racional da natureza em todo seu esplendor. Esse tipo de inteligência, está relacionada a pessoas como naturalista, botânico, jardineiro e paisagista. Exemplo: Chico Mendes, Orlando Villas Bôas desbravou o Brasil Central e criar, junto com os irmãos Cláudio e Leonardo, o Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso.


9. Inteligência Existencialista - É ligada a capacidade de se situar sobre os limites mais extremos do cosmos e também em relação a elementos da condição humana como o significado da vida, o sentido da morte, o destino final do mundo físico e ainda outras reflexões de natureza filosófica ou metafísica.

Está muito presente em pessoas com forte espiritualidade é a inteligência dos filósofos, sacerdotes, xamãs, gurus e ainda outros. Exemplos: Monja Coen, Padre Fábio de Melo, Mario Sergio Cortella, Clóvis de Barros Filho, Leandro Karnal, Renato Janine Ribeiro, Luiz Felipe Pondé.

Segundo Travis Bradberry e Jean Greaves, autores do livro “Emotional Intelligence 2.0” (Inteligência emocional 2.0), apenas 36% das pessoas conseguem identificar as suas próprias emoções. Essa habilidade também está relacionada com 58% mais de chance de sucesso na carreira profissional.













Então, o que Pelé e Einstein têm em comum? Ambos são gênios, mas cada um na sua área de especialidade.


A mente brilhante, que nos coloca no topo da cadeia alimentar e da curva da evolução, tem inspirado vários estudos ao longo dos anos. O que é a inteligência, como medi-la e aumentá-la é um assunto que não sai de moda. Não é à toa que todo mês deparamos com manchetes ligadas ao desenvolvimento mental. Mas, afinal, o que é inteligência e como ela se aplica nos dias de hoje?


Essa faculdade é tão complexa que, não por acaso, ainda não se chegou a um significado universalmente aceito sobre ela. Um conceito usado atualmente é o do psicólogo norte-americano Howard Gardner, que classifica a inteligência como a habilidade de resolver problemas ou criar produtos de valor nos ambientes culturais nos quais se está inserido. “Pessoas “mais inteligentes” tendem a resolver problemas em menos tempo e com menos esforço mental, sendo mais eficientes”, afirma Káritas de Toledo Ribas, sócia-diretora da empresa Appana Mind – Desenvolvimento Humano e Psicofisiologia Aplicada e especialista em medicina comportamental. Segundo ela, eficiência significa “a capacidade de gerar trabalho a um custo energético reduzido”.


Peter Salovey e John Mayer Foto: Divulgação

Peter Salovey, Presidente da Universidade de Yale e John Mayer professor da Universidade de New-Hampshire, definiram o conceito da inteligência emocional como “a capacidade de perceber e exprimir a emoção, assimilá-la ao pensamento, compreender e raciocinar com ela, e saber regulá-la em si próprio e nos outros.” (Salovey & Mayer, 2000).


Dividiram-na em quatro domínios:

  1. Percepção das emoções – inclui habilidades envolvidas na identificação de sentimentos por estímulos, como a voz ou a expressão facial, por exemplo. A pessoa que possui esta habilidade identifica a variação e mudança no estado emocional da outra.

  2. Uso das emoções – implica na capacidade de utilizar as informações emocionais para facilitar o pensamento e o raciocínio.

  3. Entender emoções – é a habilidade de captar variações emocionais nem sempre evidentes;

  4. Controle (e transformação) da emoção – constitui o aspeto mais facilmente reconhecido da inteligência emocional – é a aptidão para lidar com os próprios sentimentos.

Daniel Goleman - Foto: Divulgação

Daniel Goleman, é um jornalista científico dos Estados Unidos. Por doze anos, escreveu para o The New York Times, principalmente sobre avanços nos estudos do cérebro e das ciências comportamentais. Escritor de renome internacional, psicólogo, jornalista da ciência e consultante incorporado.


Goleman definiu inteligência emocional como “a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e dos outros, de nos motivarmos e gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.” (Goleman, 1998)


Para ele, a inteligência emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Como exemplo, recorda que a maioria das situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas e, desse modo, as pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão e gentileza têm mais oportunidades de obter o sucesso.

Segundo ele, a inteligência emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:


INTRAPESSOAIS (importantes para o auto-conhecimento):


Autoconhecimento Emocional – reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem;


Controle Emocional – lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida;


Auto-Motivação – dirigir as emoções em função de um objetivo ou realização pessoal;


INTERPESSOAIS:


Reconhecimento das emoções noutras pessoas – reconhecer emoções nos outros e empatia de sentimentos;


Habilidade nos relacionamentos inter-pessoais – interação com outros indivíduos utilizando as competências sociais.



Com base nesse conceito de inteligência, pode se dizer que ela não é apenas uma questão de QI, mas um conjunto de habilidades. Então, dizer que Pelé, o rei do futebol, é tão inteligente quanto foi o físico Albert Einstein não é errado. A explicação disso veio nos anos 1990, quando Gardner apresentou sua teoria sobre inteligências múltiplas, com sete tipos diferentes de intelecto: linguístico, lógico-matemático, espacial, intrapessoal, corporal-sinestésico, interpessoal e musical. Segundo ele, essa classificação pode ser de grande ajuda para potencializar o aprendizado.


Diversos fatores influenciam o desenvolvimento mental da criança. “Inteligência é o somatório de herança biológica e meio ambiente, que é tudo o que gira ao nosso redor, inclusive alimentação, estímulo e cultura”, afirma Káritas.


Partindo disso, o escritor Malcolm Gladwell, em seu livro Outliers – Fora de Série, expõe por que algumas pessoas têm sucesso e outras não. Segundo ele, além da inteligência, fatores como contexto histórico, oportunidades e esforço determinam o sucesso.


Inteligência variável

Estudos indicam que algumas variáveis como nível socioeconômico, idade, sexo e grau de escolaridade podem influenciar nos testes de inteligência. Os alunos de classe média alta, por exemplo, tendem a ter melhores resultados que os de classe média baixa no teste de Goodenough, no qual as crianças desenham um homem, e em sua revisão, em que elas desenham um homem e uma mulher.

Leia também o artigo, Liderança 10 dicas para reconhecer pessoas criativas! Como criar fora da caixa?| por Coach Claudia Cardillo


Cronologia



Para ilustrar seu argumento, Gladwell cita uma experiência do psicólogo norte-americano Lewis Terman, da Universidade Stanford. Em 1920, Terman começou a monitorar cerca de 1.500 estudantes ditos “superdotados”, com o QI superior a 140. Sua hipótese era que essas crianças seriam a próxima geração da elite norte-americana. Gladwell aponta que essa ideia representa o modo como entendemos o sucesso, uma vez que há escolas e programas especiais para superdotados, além da preferência de algumas empresas por eles.Mas, ao contrário do que Terman esperava, o QI elevado não foi a matéria-prima do sucesso.


No final do estudo, os 730 homens que apresentaram resultados conclusivos foram divididos em três grupos. Os 150 integrantes do grupo A (pouco mais de 20% do total) obtiveram sucesso: formaram-se advogados, médicos e acadêmicos, a maioria com pós-graduação. Os pertencentes ao grupo B – 430 homens, quase 60% do total – conseguiram resultados “satisfatórios”: obtiveram o diploma de graduação e estavam em boa condição de vida. Já o grupo C, com 150 integrantes, obteve resultados inferiores a sua capacidade intelectual. Muitos deles exerciam funções secundárias, como vendedores de sapatos, ou estavam desempregados; apenas oito homens cursaram pós-graduação; um terço deles havia abandonado a faculdade e um quarto só possuía diploma do nível médio.


“A verdade nua e crua do estudo de Terman é que (…) quase nenhuma das crianças geniais da classe social e econômica mais baixa conseguiu se destacar”, escreve Gladwell. Ele argumenta que o fracasso nesse caso não pode ser atribuído a características do DNA ou circuitos cerebrais. “O que elas não tiveram foi algo que poderiam ter recebido, se soubessem que era daquilo que necessitavam: uma comunidade ao redor que as preparasse para o mundo.


”A experiência de Terman prova que, tratandose de inteligência, há muito a considerar. Vários teóricos se opõem aos testes de QI – inclusive Gardner. “Para ele, rotular a inteligência como um escore depois da realização de testes lógicos e matemáticos é negar de forma veemente a gigantesca capacidade do ser humano em resolver problemas através de outras qualidades”, explica Marcello Árias Dias Danucalov, psicofisiologista com experiência em técnicas de integração cérebro, mente e corpo e sócio-diretor da Appana Mind.


Os testes, segundo Gardner, medem apenas uma parte da inteligência, a referente à lógico-matemática.A teoria de Gardner sobre inteligências múltiplas diz que todos nascem com tendências genéticas e elas, quando potencializadas pelo ambiente, podem resultar em diferentes habilidades.


“A pessoa nasce com todas as inteligências e desenvolve apenas uma ou duas até a excelência. Provavelmente, elas são dependentes não apenas de um gene, mas de inúmeros genes, que se relacionam de forma complexa”, diz Danucalov.


A pergunta, então, é: como descobrir quais são nossas inteligências mais afloradas?

Káritas afirma que há testes psicológicos para determiná-las, “mas a melhor forma é fazer com que a pessoa esteja inserida em ambientes desafiadores que estimulem todas as formas de manifestação cognitiva”. Ela também lembra que é importante proporcionar vivências ao indivíduo para que ele perceba naturalmente em quais atividades se sobressai.


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Claudia Cardillo


Fontes:

Wikipédia Revista Planeta - N° Edição: 458 Texto: Maíra Lie Chao

Revista Superinteressante

Claudia Cardillo é Especialista em Marketing e Branding de Empreendedorismo, Assessoria de Estilo, Marketing Pessoal e Dress Code, com experiência de mais de 25 anos nas áreas de Marketing, Vendas e Captação de Patrocínio.


Realiza Mentoria, Coaching, Consultoria e treinamento para Desenvolvimento Pessoal e Profissional. É Coach de Carreira, Coach de Estilo & Assessoria de Imagem Corporativa em que ajuda Mulheres Empreendedoras a terem sucesso e alavancarem suas carreiras e imagem pessoal com cursos de Estilo corporativo, Marketing Pessoal, Profissional e Dress Code. É Apresentadora do Programa Semanal de Empreendedorismo – Empreenda-se do Portal Meta Mulheres Empreendedoras.

É Palestrante de temas diretamente ligados às competências essenciais de todo profissional, como: liderança, motivação e autoestima, qualidade, inovação e criatividade, técnicas de negociação, administração de conflitos, autogestão, desenvolvimento pessoal e profissional, treinamento em assessoria de imagem, marketing pessoal, marketing, liderança e vendas desenvolvimento de equipes para resultados e mudanças organizacionais e desenvolve TREINAMENTOS CUSTOMIZADOS para diferentes culturas organizacionais.


É Life Coach, Reiki Master, e Idealizadora e Fundadora do Portal Conexão do Ser – o Equilíbrio entre Corpo, Mente e Espírito em Evolução em que ajuda pessoas com seu Programa Claudia Cardillo, responde em vídeos e artigos sobre autoconhecimento Life Coaching e Spiritual Coaching, desde 2016.

É Graduada em Música e Relações Internacionais, Coach e Mestre em Reiki. Faz diversos cursos em suas áreas, pois acredita que o ser humano vive em eterno aprendizado.

Também dedica seu tempo em trabalhos voluntários de Reiki, Saúde & Bem Estar e autoconhecimento. Antes de se dedicar exclusivamente às atividades profissionais atuais, trabalhou no mundo corporativo, em empresas multinacionais e agências de publicidade e comunicação.


Especializações: Personal & Professional Coaching, Life Coaching, Carrer Coaching, Treinamentos de Alta Performance para Departamento de Vendas , Equipes e Líderes, Cursos Vivenciais de Desenvolvimento Profissional, Cursos de Autoconhecimento, e Palestras Profissionais.

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